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A Dona da Noite - Capítulo 8

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  Capítulo 8  O Nome do Abismo A segunda noite chegou coberta de neblina. Paris parecia suspensa entre mundos — as luzes dos postes se dissolviam como fantasmas no ar úmido, e o som dos sinos das catedrais se espalhava como uma oração esquecida. Elias Montgomery caminhava com passos firmes, mas o coração inquieto. Trazia consigo a sua inseparável companheira e escudo de proteção, a Bíblia sagrada.  No bolso, o pequeno caderno onde registrava suas anotações — e, em cada página, o nome dela surgia como uma obsessão: Emma Valcourt. Ele a encontraria novamente no mesmo café da Rue des Écoles. Era tarde. As ruas estavam quase vazias. O vento trazia um cheiro metálico, como de ferro e chuva. Elias sentia algo diferente naquela noite — um pressentimento, uma gravidade no ar. Quando empurrou a porta, ela já estava lá. Emma o esperava sentada à mesa do canto, envolta em um manto negro que refletia a luz das velas. Os olhos dela, de um azul cortante, pareciam carregar oceanos intei...

A Dona da Noite - Capítulo 7

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Obs: Caro leitor, se você ainda não leu os capítulos anteriores, é só clicar no link em azul para acessar a página de links. Página de links A Dona da Noite Capítulo 7  A Promessa do Mentor O vento da madrugada soprava frio pelas ruínas do vilarejo. O silêncio após a matança parecia mais denso que o próprio sangue que escorria entre as pedras. Eu, ainda na forma de sombra, descansava no alto de um campanário quebrado, observando o horizonte. A lua se despedia lentamente, e com ela vinha o perigo do amanhecer. Eu não tinha medo do sol, não exatamente. Sabia como se dissolver em sombra, como escorrer pelas frestas do mundo, mas a cada dia que passava nessa forma, sentia uma estranha angústia: era como se minha alma fosse sugada junto com a luz. Como se o dia me lembrasse de que já não era feita para pertencer ao mundo humano. Foi então que ele apareceu. O Mentor Do nevoeiro espesso, surgiu o homem que me transformou. Tinha a beleza congelada de uma estátua, pele de mármore, olhos de ...

A Dona Da Noite - Capítulo 6

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  A Dona da Noite Capítulo 6  A Caçada dos Caçadores A madrugada tinha um gosto metálico, como se o próprio ar estivesse impregnado de ferro e ferrugem. Ainda excitada pelo massacre, sentia cada nervo vibrar com a energia roubada dos soldados. Meus olhos captavam tudo — a lua filtrada pelas nuvens pesadas, a dança espectral das folhas, o reflexo prateado das poças de sangue que ainda escorriam pelo vilarejo. O silêncio parecia absoluto, mas percebia nuances. O arranhar distante de botas contra pedras. O estalar de couro de cinturões. O tilintar discreto de ferro contra ferro. Eles vinham. O cerco Eram quatro homens, encapuzados, cada um portando uma cruz de ferro, estacas afiadas e frascos com líquido viscoso — óleo inflamável. O cheiro chegou primeiro: um misto de enxofre e pólvora. Eu os observava do alto de uma sacada quebrada. Minha visão ampliada captava cada detalhe: o suor descendo em gotas grossas pelo rosto de um dos homens, refletindo a luz da tocha; o fio de medo es...

Eterna Canção

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  Esta  canção é uma  composição do músico Elcias Monteiro.  Produtor musical: Diego S. No Vocal, a belíssima voz da cantora Arielle.

A Ascenção dos Bravos - Resenha

  📚 Resenha  Ascensão dos Bravos, de Morgan Rice, é uma aventura de fantasia que conduz o leitor por um universo de conflitos, guerreiros e grandes desafios. A narrativa valoriza a coragem diante do perigo e mostra personagens que precisam amadurecer enquanto enfrentam forças maiores do que eles. Com ritmo dinâmico, batalhas e reviravoltas, o livro é uma boa opção para quem gosta de fantasia épica, ação e jornadas de heróis. Frase que define: “A verdadeira bravura não nasce da ausência do medo, mas da decisão de enfrentá-lo.”

A Dona da Noite - Capítulo 5

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  A Dona da Noite Capítulo 5  O Primeiro Massacre A noite estava fria, pesada, e a lua cheia iluminava os campos como um palco preparado para a tragédia. Eu já não era a mesma jovem assustada. Meus passos eram firmes, as armas reluziam como extensão de minha alma quebrada. No vilarejo ao norte, a nobreza havia enviado uma tropa de vinte soldados para capturar rebeldes. A notícia correu rápido: prenderiam mulheres e crianças suspeitas de apoiarem os ideais revolucionários. Sorri ao ouvir isso. A lembrança dos meus pais, assassinados por ordem da aristocracia, queimava em minha memória. Agora era o momento da vingança. O ataque Surgi como sombra, atravessando as ruas silenciosas. Ao retornar à forma humana, meus olhos brilhavam como brasas. Os soldados marchavam em fileira, armados com mosquetes e espadas. Conversavam alto, rindo da missão fácil. Eu não esperei. Saltei do telhado de uma casa abandonada, caindo sobre o primeiro soldado. O impacto foi brutal: a lâmina atravessou-l...

Política- Caiu o sigilo do master

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  A faxina no Brasil está só começando. Alexandre de Moraes e a quadrilha no STF precisa cair. Que Deus abençoe o ministro André Mendonça, um homem temente a Deus, honrado e corajoso. Está no meio da subspécie da humanidade, gente inescrupulosa. Mas ao lado do ministro Mendonça está o Senhor dos Exército de Israel. Jamais o mal prevalecerá, pois Deus, o todo poderoso, é simplesmente invencível. Aleluia! Os brasileiros ainda terão dias melhores. Agora, assista o vídeo.