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A Dona da Noite - Vídeo

Clique no link em azul para acessar os capítulos  Página de links  Se você tem medo de mudanças. E de se auto questionar, não leia o ebook. Mas se há algo que queira descobrir sem medo de ser afetado (a) então venha comigo. Caso contrário, esqueça e não leia nem o primeiro capítulo.  Nota de Sidney Gallero  .

A Dona da Noite - Capítulo 4

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  Capítulo 4  A Primeira Noite Completa de Caçada O mundo tinha mudado. A floresta não era mais um amontoado de troncos e galhos indistintos. Cada árvore exalava um odor próprio: resina adocicada, musgo úmido, folhas com cheiro ácido de seiva cortada. O vento trazia consigo o perfume do sangue de animais escondidos sob a terra, e até o zumbido de um inseto parecia um trovão dentro de minha mente. Eu ergui a cabeça. O céu, que antes me parecia negro e infinito, agora era uma tapeçaria pulsante: enxergava estrelas ocultas aos olhos humanos, e cada uma parecia vibrar como um tambor distante. O estranho, meu mentor, me observava com o mesmo sorriso enigmático. — Vá. Cace.             Obedeci, movida por uma fome que era ao mesmo tempo dor e êxtase. Avancei pela mata com velocidade sobrenatural. Meus pés mal tocavam o solo. A cada salto, as folhas se agitavam em redemoinhos, e os meus olhos  captavam até a gota de orv...

A Dona da Noite - Capítulo 3

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  Capítulo 3  O Estranho e a Proposta A floresta era um corpo vivo. Cada árvore exalava um hálito úmido, cada galho estalava como ossos velhos.  Eu corria entre as sombras, mas já não sabia se fugia ou se buscava algo. O frio mordia a minha pele, e as lágrimas congelavam-me o rosto. Foi então que o senti. Primeiro, o som: passos leves, quase inaudíveis, como se as folhas se curvassem para recebê-lo. Depois, o cheiro: não era suor nem terra, mas um perfume de especiarias e ferro. Por fim, a visão: um vulto emergindo da penumbra, alto, com a postura de um príncipe exilado. Os olhos dele eram de um azul impossível, tão profundo que pareciam engolir a alma, refletindo neles a tênue luminosidade da lua cheia. — Emma Valcourt… — a voz soou grave, e como poderia ele saber meu nome? — A morte roubou tudo de você. Mas eu posso lhe devolver. Recuei, instintivamente agarrando a adaga que ainda trazia comigo. — Quem é você? — sussurrei, a respiração formando nuvens de vapor. O estran...

The Lady of the Night – Chapter 3

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  Chapter 3 The Stranger and the Bargain The forest was alive. Every tree exhaled a damp, ancient breath. Every branch snapped like the bones of something long dead. I ran through the shadows, yet I no longer knew whether I was running from something—or toward it. The cold bit into my skin. Tears froze upon my cheeks. Then I felt him. First came the sound: soft footsteps, nearly inaudible, as though the leaves themselves bowed to welcome his arrival. Then came the scent. Not sweat. Not earth. Spices and iron. And finally, I saw him. A tall figure emerged from the darkness, carrying himself with the bearing of an exiled prince. His eyes were an impossible shade of blue, so deep they seemed capable of swallowing the soul. The pale light of the full moon shimmered within them. “Emma Valcourt…” His voice was low and powerful. How did he know my name? “Death has taken everything from you,” he said. “But I can give it back.” I stepped backward, instinctively tightening my grip around the...

A Dona da Noite - Capítulo 2

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  Capítulo 2  A Juventude e o Massacre A memória tem cheiro. Quando penso na juventude, é uma mistura de cera derretida das velas que iluminavam a casa modesta, do pão assado pela minha mãe nas manhãs frias e do couro úmido das botas do meu pai, sempre marcadas pela poeira das ruas revolucionárias. Eu ainda era uma jovem de quase dezessete anos quando meu pai me levou, pela primeira vez, a uma reunião secreta de revolucionários. O porão estava carregado de fumaça de lamparina e do suor dos homens que, enraivecidos, gritavam contra os privilégios da nobreza. Eu ouvia fascinada. Sentia que algo imenso estava prestes a explodir. Aos poucos, aprendi a manejar pequenas adagas que meu pai escondia sob o colchão. “Um dia, filha, você precisará se defender”, dizia ele. O aço frio em minhas mãos delicadas era ao mesmo tempo estranho e reconfortante. Mas naquela noite fatal de 1791, minha juventude terminaria. Era inverno. O vento cortava as frestas da janela, trazendo o cheiro de fuma...

“Liberdade, Mas Só Para Quem Concorda”

  Tem gente que jura defender a liberdade, desde que todo mundo pense exatamente igual. Bandeiras, discursos e livros queimando: porque, aparentemente, questionar é proibido e obedecer virou virtude. No fim, a ironia é simples: quem promete construir um mundo perfeito frequentemente começa destruindo justamente aquilo que torna as pessoas livres. 

Partidos de esquerda pedem afastamento de Mendonça

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  Dá para acreditar? Os partidos de esquerda, que deveriam ser banidos do Brasil, estão pedindo o afastamento do ministro Mendonça.  Mas não tem a menor possibilidade de isso ocorrer. E digo mais, a faxina tá só começando rsrsrs Agora assista o vídeo.